Tributação internacional
| Coleção Vozes femininas inspiradoras: coleção de trabalhos acadêmicos, visões, estudos e análises jurídicas de mulheres |
| Autor | Sara Ribeiro Braga |
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| ISBN | 9786559296200 |
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| Edição | 1ª |
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| Ano | 2026 |
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| Número de Páginas | 149 |
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| Tipo de Acabamento | Brochura |
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| Formato | 16X23 |
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LEITURAS OBRIGATÓRIAS sobre o tema Gênero e Raça
COLEÇÃO VOZES FEMININAS INSPIRADORAS
Coleção de Trabalhos Acadêmicos, Visões, Estudos e Análises Jurídicas de Mulheres
COORDENAÇÃO
HERTA RANI TELES SANTOS
MÔNICA ÉLLEN PINTO BEZERRA ANTINARELLI
CLÁUDIA APARECIDA DE SOUZA TRINDADE
Tributação Internacional: Uma reflexão sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade n. 2.588 e os Recursos Extraordinários ns. 541.090 e 870.214 em face do novo paradigma de tributação internacional
Esta obra analisa os fundamentos da Ação Direta de Inconstitucionalidade 2588 e dos Recursos Extraordinários 611.586 e 541.090, julgados paradigmas que decidiram o alcance da tributação das controladoras e coligadas brasileiras, nos termos do art. 74 da MP n. 2.158-35/2001. Escrito sob a perspectiva de quem atuou diretamente no caso, o trabalho oferece uma reconstrução jurídica e histórica da jurisprudência do STF como um recorte atual para a compreensão completa do tema na matriz tributária brasileira. O texto examina como a ADI 2588 fundamentou a distinção do tratamento dispensado às coligadas na legislação superveniente (Lei 12.973/2014) e propõe uma reflexão sobre a atualidade da ratio decidendi destes julgados e da segurança jurídica frente à realidade pós-BEPS e ao julgamento do RE 870.214.
Sumário
PREFÁCIO…………………………………………………………………………………………….. XVII
Capítulo 1
INTRODUÇÃO…………………………………………………………………………………….. 1
Capítulo 2
DA TRIBUTAÇÃO DA RENDA ORIUNDA DO EXTERIOR…………… 9
2.1. Do princípio da territorialidade e do princípio da universalidade…. 15
2.2. Do princípio da universalidade ampliada e da elisão
fiscal internacional…………………………………………………………………………… 20
2.3. Do Projeto BEPS e o novo paradigma de tributação
internacional da renda……………………………………………………………………… 25
2.4. Do histórico da legislação brasileira………………………………………………… 33
2.5. Do modelo de tributação em bases universais estatuído pelo
artigo 74 da MP n.o 2.158-35/2001 ………………………………………………….. 37
Capítulo 3
DO JULGAMENTO DA ADI 2.588……………………………………………………… 45
3.1. Do voto da Ministra Ellen Gracie e do controle acionário…………….. 48
3.2. Do voto do ministro Nelson Jobim e do método de equivalência
patrimonial: divergência acompanhada pelos votos dos Ministros
Eros Grau, Carlos Britto e Cezar Peluso………………………………………….. 51
3.3. Do voto do Ministro Marco Aurélio e da indisponibilidade
da renda: divergência acompanhada pelos Ministros Sepúlveda
Pertence, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello …………………………… 56
3.4. Do voto do Ministro Joaquim Barbosa e da relevância da
localidade do investimento………………………………………………………………. 61
3.5. Do voto médio na ADI 2.588 e do efeito erga omnes…………………….. 68
3.6. Da constitucionalidade do artigo 74 e do controle difuso……………… 70
3.6.1. Do RE n. 611.586, com repercussão geral, e da
constitucionalidade da tributação para controladas em
paraísos fiscais………………………………………………………………………………….. 70
3.6.2. Do RE n. 541.090 e da constitucionalidade do artigo 74
para controladas situadas em países com tributação dita normal –
voto do Ministro Teori Zavascki……………………………………………………… 71
3.7. Da inconstitucionalidade do artigo 74 e das coligadas em países
de tributação dita normal………………………………………………………………… 74
3.8. Da constitucionalidade do artigo 74 e das controladas em países
com tributação favorecida e paraísos fiscais…………………………………….. 74
3.9. Da constitucionalidade do artigo 74 e das coligadas em países
com tributação favorecida ……………………………………………………………….. 75
Capítulo 4
DO LUCRO AUFERIDO NO EXTERIOR E DA DISPONIBILIDADE
DA RENDA NA ADI N. 2.588 ……………………………………………………………… 77
4.1. Do fato gerador do imposto de renda …………………………………………….. 79
4.2. Da disponibilidade da renda …………………………………………………………… 82
4.3. Do regime de competência e da tributação da pessoa jurídica ……….. 86
4.4. Da disponibilidade da renda tributada e da legislação comercial…… 89
4.4.1. Da natureza jurídica do investimento ……………………………………. 89
4.4.2. Da avaliação dos investimentos em coligadas e controladas….. 92
4.4.3. Da tributação da avaliação positiva do investimento e do
tratamento legal dado aos dividendos……………………………………………… 98
Capítulo 5
A JURISPRUDÊNCIA PÓS-ADI N. 2588 E A MATRIZ TRIBUTÁRIA
BRASILEIRA………………………………………………………………………………………….. 105
5.1. A jurisprudência pós-ADI: a consolidação do entendimento do
RE n. 541.090…………………………………………………………………………………… 106
5.2. Do julgamento do RE n. 870.214 frente à realidade pós-BEPS ………. 109
5.2.1. Do voto do Ministro Relator André Mendonça, seguido
pelo Ministro Luiz Fux ……………………………………………………………………. 109
5.2.2. Do voto do Ministro Gilmar Mendes inaugurando a
divergência, seguido pelos Ministros Alexandre de Moraes e
Nunes Marques………………………………………………………………………………… 114
5.3. O modelo de tributação em bases universais inaugurado pela
Lei n. 12.973/2014 e a segurança jurídica………………………………………… 120
REFERÊNCIAS ……………………………………………………………………………………… 127
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