A representação aparente
| Estudos sobre a omissão, figuras análogas, novas hipóteses de incidência e o direito romano |
| Autor | João Matheus dos Santos Pereira |
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| ISBN | 9786559295593 |
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| Edição | 1ª |
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| Ano | 2026 |
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| Número de Páginas | 204 |
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| Tipo de Acabamento | Brochura |
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| Formato | 16X23 |
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A representação é uma dinâmica volitiva entre o representante e o representado, mediada pela outorga de poderes. Diferenciamos ambas do núncio, do mandato e da ratificação. Hipótese há, contudo, em que falta a vontade do representado: a representação aparente. Ela surgiu duas vezes no Ocidente. Estudamos seu cerne: o iussum, no direito romano, e a teoria da aparência, no direito hodierno. Quanto ao direito pátrio, discorremos sobre sua lacuna. A vinculação do representado se opera se satisfeitos requisitos fáticos e jurídicos. Um deles é a sua contribuição para a situação de aparência, que fundamenta a responsabilidade por periclitação. A contribuição se dá na gênese da aparência e na ausência de providências para desmantelá-la. Estudamos sua inação com auxílio da teoria finalista. Diferenciamos a representação aparente de casos análogos: a outorga tácita, a procuração de tolerância, o falso procurador, o excesso e o abuso de poderes. Examinamos, por fim, novas hipóteses, oriundas dos negócios virtuais e do novo regime de capacidades.
Sumário
1. Introdução ……………………………………………………………………………….. 13
2. Considerações sobre a Representação – Origem, Dinâmica de
Vontades e Outorga de Poderes……………………………………………….. 19
3. A Representação no Direito Romano………………………………………. 37
3.1. A Excepcionalidade da Representação Direta ……………………….. 37
3.2. A Evolução do iussum…………………………………………………………….. 45
3.3. A Representação Aparente no Direito Romano…………………….. 59
4. O (re)surgimento do Instituto Contemporâneo da Representação
Aparente…………………………………………………………………………………… 67
5. A Teoria da Aparência ……………………………………………………………… 77
6. A Vinculação do Representado Aparente ao Negócio Jurídico
Firmado pelo Representante Aparente
6.1. Vinculação do Representado Aparente para Proteção da
Boa-fé ……………………………………………………………………………………. 89
6.2. A Teoria da Aparência e a Representação Aparente ………………. 99
6.3. Pressupostos da Vinculação…………………………………………………… 104
7. A Responsabilidade por Periclitação e a Conduta Omissiva do
Representado……………………………………………………………………………. 109
8. Conclusão Parcial …………………………………………………………………….. 135
9. Novas Hipóteses de Incidência ………………………………………………… 139
9.1. A Representação Aparente em Negócios Virtuais…………………. 139
9.2. A Representação Aparente e o Estatuto da Pessoa com
Deficiência …………………………………………………………………………….. 147
10. Figuras Análogas ……………………………………………………………………… 165
10.1. A Representação em Excesso de Poderes………………………………. 166
10.2. O Falso Procurador……………………………………………………………….. 170
10.3. A Representação em Abuso de Poderes ………………………………… 174
11. Conclusão Final ……………………………………………………………………….. 181
Referências Bibliográficas………………………………………………………………… 185
Fontes Antigas e Justinianeias Citadas……………………………………………… 203
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